AULAS E EVENTOS

Spicy oferece aula de culinária funcional com a chef Gabi Cabett

A Chef Gabi Cabett ministra, no próximo dia 26, uma aula especial de culinária funcional na loja Spicy da Gabriel Monteiro. O valor da inscrição é de R$ 150 por pessoa.

Além de aprender receitas deliciosas, quem participar do curso ganha 10% de desconto em uma seleção de produtos incríveis. Para participar, basta entrar em contato através do e-mail gabycabett@gmail.com ou pelo número (11) 98108-9311.

 

Serviço

Quando: 26 de setembro

Onde: Spicy – Gabriel Monteiro

Endereço: Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1236 – Jardim América

 

Sobre Gabriela Cabett

Gabriela Cabett é Chef de cozinha atuante há 15 anos, no mercado da alta gastronomia, onde trabalhou e aprimorou suas habilidades na profissão. Sua experiência se dá pelo caminho percorrido em vários hotéis 5 estrelas de abrangência internacional, tendo entre eles nomes como o Grande Hotel de Campos de Jordão e WTC Sheraton em São Paulo, onde também se tornou Chef responsável pela cozinha do Facebook Brasil.

Gabriela trabalhou por um período de 9 anos com a cozinha autoral no restaurante From the Galley, onde também era gerente.   Durante sua carreira, assumiu o papel de personal chef, passando seus ensinamentos de forma totalmente personalizada. Vale ressaltar sua relação de estudos e atuação com a comida Kosher e cozinha molecular. Com toda a sua abrangência na gastronomia, Gabriela já foi convidada por marcas como Pão de Açúcar e emissoras como, Band, Gazeta, GNT, Band e TV Aparecida para desenvolver e ensinar receitas. Hoje, além de prestar consultoria para alguns restaurantes e se manter ativa como personal chef e professora, é também proprietária do “Les Deux Café Bistrô”.

AULAS E EVENTOS

Spicy oferece oficina de biscoitos decorados

Para entreter toda a família, a Spicy, realiza, no próximo dia 21, uma oficina de biscoitos decorados em parceria com Maria de Açúcar.

O evento acontece na loja Spicy Haddock Lobo, à partir das 18h. As inscrições podem ser realizadas através do e-mail: contato.mariacomacucar@gmail.com ou telefone: 991187678, pelo valor de R$ 50

Serviço

Onde: Spicy – Haddock Lobo

Endereço: Rua Haddock Lobo, 746 – Jardins

Data: 21 de setembro

Horário: à partir das 18h

AULAS E EVENTOS

Spicy oferece aula-almoço com a chef Marcela Maragliano

No próximo dia 19, a Spicy, realiza uma aula-almoço especial com a chef Marcela Maragliano, que apresentará três deliciosas receitas. No cardápio, pescada em crosta der pistache e limão siciliano, risotto bianco (parmesão e alho poró) e pudim de leite ultra cremoso.

O evento acontece na loja Spicy da Haddock Lobo, a partir das 19h. As inscrições podem ser realizadas através do e-mail: marcelaculinaria@uol.com.br, pelo valor de R$ 240,00.

Serviço – Chef Marcela Maragliano

Onde: Spicy – Haddock Lobo

Endereço: Rua Haddock Lobo, 746

Data: 19 de setembro

Horário: a partir das 19h

DICAS E TÉCNICAS

Entenda a diferença entre os tipos de facas: faca de cerâmica, de aço e de bambu

Cozinha montada, é hora de escolher os utensílios, e por que não começar pela faca? Entenda a diferença entre os diversos materiais e descubra o que mais combina com você. Continue lendo “Entenda a diferença entre os tipos de facas: faca de cerâmica, de aço e de bambu”

DICAS E TÉCNICAS · FOCO NO INGREDIENTE · JANTAR

Dicas rápidas para a harmonização de vinhos com comida

Para muitos, apreciar um bons vinhos são uma arte, e harmonizá-los com o prato certo, o ápice do bom gosto. Mas será que é muito difícil a harmonização de vinhos com uma receita culinária? Continue lendo “Dicas rápidas para a harmonização de vinhos com comida”

DICAS E TÉCNICAS

4 dicas de reforma de cozinha

A cozinha é um dos espaços mais utilizados em uma casa – por isso, merece receber tratamento especial. Ainda mais quando o assunto é reforma.

Pensando nisso, reunimos algumas dicas para facilitar a renovação do nosso ambiente preferido! Acompanhe o artigo para saber mais.

 

  1. Encontrar Referências

Trata-se da parte mais idealista – e legal – do projeto. Afinal, não faltam ideias de decoração e reforma de cozinha em sites, revistas e programas de tv. No entanto, é importante manter os pés no chão e observar quais criações se adaptam mais à sua realidade e da sua cozinha.

Praticidade é outro ponto-chave. Manter utensílios e bancada de temperos próximos ao fogão, preservar 15 cm entre a geladeira e as laterais dos móveis e deixar um espaço suficiente para abrir armários são dicas que não devem ser ignoradas.

 

  1. Planejar sua nova cozinha

A cozinha é provavelmente o ambiente mais ativo de sua casa ou projeto. Tenha isso em mente ao dimensionar a reforma. Comece a pensar em um local para armazenar os eletrodomésticos e planeje onde você vai realizar suas próximas refeições.

Estude e avalie os preços da mão de obra, preferencialmente especializada. Procure também assinar um contrato objetivo, que preserve os interesses das duas partes e determine os materiais de construção e tempo de obra.

Se a transformação do ambiente for radical, aposte em acabamentos que combinem com seu estilo de vida. Caso você frite os alimentos, por exemplo, é interessante apostar em coifas, depuradores e acabamentos fáceis de limpar. Essa dica também vale ao escolher novos azulejos, bancadas e até pisos.

A iluminação também pode ajudar a dar uma nova cara ao ambiente. Priorize áreas de preparo dos alimentos. Opções de fitas e spots LEDs podem ser instaladas nas bancadas e já estão disponíveis no mercado.

 

  1. Reformar sem obra

É possível mudar o ambiente completamente sem quebrar um azulejo. Aliás, você pode modernizar seus revestimentos apenas dando um toque de cor com a ajuda de adesivos e tinta epóxi. Veja como fazer no Guia Completo de Assentamento, Pintura, Decoração e Customização de Azulejos.

Uma nova camada de tinta ou verniz nos armários também ajuda, além de facilitar a limpeza.

Outra dica é mudar os eletrodomésticos de lugar, sempre calculando uma folga para a circulação.

Não se esqueça de manter uma distância entre o fogão e a geladeira, que devem ficar em lados opostos, já que a temperatura alta do fogão requer mais energia para esfriar os alimentos da geladeira.

Você também pode reformar o piso sem quebra-quebra. Alguns porcelanatos de pouca espessura e a maioria dos pisos vinílicos podem ser facilmente instalados sobre o piso preexistente.

 

  1. Seguir um orçamento

Se uma reforma econômica é o seu objetivo, não troque de aba. Podemos te ajudar nessa tarefa. Você pode comparar os preços de materiais, custos de instalação, lojas e fabricantes na ferramenta online, sem sair de casa. O site ainda gera uma planilha inteligente para você acompanhar a quantidade e os valores. Com mais de 12 mil produtos, você encontra tudo para transformar a sua cozinha.

Gostou das dicas? Então bota em prática e conta pra gente como ficou!

Via Hometeka

DICAS E TÉCNICAS

Pizzas & Vinhos: aprenda a harmonizar

Na pizzaria, é de praxe do brasileiro pedir uma cerveja. O costume de harmonizar a redondinha com o vinho não é tão difundido, mas tem ganhado cada vez mais adeptos. Isso porque o vinho evita a sensação de inchaço, em especial nas noites de calor, e também porque seus compostos diversos oferecem uma porção de possibilidades de combinação que ajudam a ressaltar o sabor, facilitar a digestão ou ainda maximizar a experiência gastronômica da pizza. Confira aqui o especial que a Revista Digital preparou para você acertar na pedida.

Mussarela e Marguerita

Não existe opção mais clássica. Nestes sabores o foco está na  gordura do queijo e na acidez do molho de tomate, e por isso a melhor pedida na carta de vinhos é por tintos jovens, com pouca ou sem passagem pela barrica de carvalho, portanto leves e com boa acidez. Os especialistas sugerem a uva cabernet franc e, mais especificamente, os rótulos Chianti Le Vigne di Legnaia (Itália), Rapariga da Quinta Select (Portugal), Dal Pizzol Gamay Beujolais (Brasil), Bridlewood Pinot Noir (EUA) e Salton Paradoxo Merlot (Brasil).

Pizzas com Catupiry

O queijo é mais untoso, portanto pede um vinho com caráter mineral. O frisante Chardonnay da Borgonha limpa o paladar, enquanto o Lunae Branco tem uma boa acidez para harmonizar com a cremosidade.

A opção frango com cautpiry combina com tintos da uva Merlot, como os chilenos Viña Mar e León de Tarapacá e os franceses Côtes du Rhône, assim como os tintos jovens da uva Tempranillo, como os espanhois Toro Loco e Naturvin. Todos esses combinam com o frango de forma equilibrada para lidar com o queijo.

Já o sabor de camarão, que geralmente vem com catupiry, pede um vinho branco com boa acidez ou um tinto leve também ácido. Anote as sugestões: Vadio Branco (Portugal), Monte Paschoal (Brasil), E Pio Tinto (Espanha) e Alfredo Roca Fincas (Argentina).

Linguiças e outros embutidos

As pizzas Calabresa, Toscana e Pepperoni possuem a gordura de uma linguiça com forte sabor. Estes ingredientes harmonizam com vinhos contrastantes, ou seja, ricos em taninos, mas de boa acidez. Salton Classic, Cabernet Sauvignon e Salton Volpi Sauvignon Blanc são alguns dos mais qualificados para acompanhar a pizza. Vinha da Defesa (Portugal), Namaqua Shiraz (África do Sul), Bons Ares (Portugal) e o Malbec Trivento Tribui (Argentina) fecham a lista de boas opções.

Pizzas que levam presuntos e embutidos mais suaves pedem vinhos leves e com pouco tanino, como um Jerez. A Portuguesa, que tem diversos ingredientes, pede um vinho médio e aveludado, típico da uva Merlot de um Salton Intenso ou de um Salton Classic. Por fim, pizzas com temperos e condimentos fortes vão harmonizar com vinhos que possuem açúcar residual, que ameniza o ardor picante. Exemplos: Riesling ou Baccus.

Pizzas de sabor intenso

Uma das mais pedidas pizzas no mundo todo é a de Quatro Queijos, forte e salgada. Esta, assim como as de aliche e de alho, devem ser acompanhadas por vinhos com poucos taninos (quanto mais salgada, menos taninos). O que nos leva a indicar rosés, Pinot Noir sem carvalho ou brancos com boa acidez. Exemplos de Chadonnay: Viña Mar Reserva e Ventisquero Classico (chilenos), Alta Vista Premium (argentino), Aurora (brasileiro); e também Reynolds Arinto, de Portugal.

Outra pizza de forte sabor é a Romana, que leva aliche na composição. Vá de vinho branco de boa mineralidade, como o Quinta dos loridos de Portugal, Tenuta Rocca Langue da Itália, Duas Quintas Branco, português, e Marqués de Riscal Rueda, espanhol. Para a pizza de atum, basta um vinho de uva merlot.

A Napolitana, que tem muzzarela, anchovas e azeitonas, requer um tinto de taninos leves e boa acidez. Um simples Malbec, como o Alta Vista Classic e o Septima (Argentina), ou regional alentejano, como Vinha do Mouro e JP Azeitão (Portugal) fazem bem o serviço.

Pizzas de vegetais

A amada pizza de Palmito faz um belo par com vinhos brancos da uva Chardonnay, assim como o Salton Classic Chardonnay e Volpi Chardonnay. O sabor também aceita um tinto leve, desde que seja fresco e frutado, como o Salton Gamay.

Cogumelos e pimentões, de característica terrosa, pedem Pinot Noir e Carménère; já a abobrinha simpatiza com Sauvignon Blanc, como o Salton Volpi. Rúcula e tomate seco, uma inusitada mistura de amargor com agridoce, vai cair bem no paladar se acompanhado de um fresco e ácido espumante Salton Brut. Por fim, as pizzas de alcachofra serão melhor aproveitadas se você for de Chenin Blanc ou Sauvignon Blanc.

Vinho na sobremesa? Sim, senhor.

Até mesmo a pizza doce pode ser bem harmonizada. A pizza de banana, por exemplo, harmoniza com um espumante aromático, persistente, frutado e floral, como o Salton Moscatel. Já a de chocolate requer um vinho encorpado e doce para contrastar com a intensidade da cobertura; neste caso, vá de vinhos licorosos da uva Chardonnay.

Se você esquecer das nossas dicas, pelo menos anote essa: Pinot Noir. As características desses vinhos não se sobrepõem aos sabores das pizzas que possuem carnes delicadas, ao mesmo tempo que não se intimida nas pizzas mais intensas. É uma bebida cuja acidez vai ajudar a limpar o paladar, ou seja: se por acaso não harmonizar, com certeza não vai atrapalhar.

Se toda essa harmonização vai acontecer na sua casa entre amigos, tem que caprichar na apresentação. A Revista Digital já fez um especial sobre a escolha correta da taça, mas se você quer apostar num conjunto básico que supre as mais comuns necessidades, confira a sugestão do kit de quatro taças feito de vidro cristalino da Spiegelau. E na hora de cortar a pizza, por que não surpreender com um utensílio prático, preciso e bonito? O cortador de pizza da Oxo é a pedida, pois sua durabilidade é garantia de uso por anos. Aproveite ambos os produtos estão em oferta.

Tem outras sugestões para harmonizar vinhos e pizzas? Deixe um comentário e interaja com a sua Revista Digital, trazida pela Spicy para quem entende ou quer saber mais de gastronomia.

Fontes:

http://sonoma.com.br/

http://www.escrivinhos.com/

http://www.aromasdovinho.com.br/

DICAS E TÉCNICAS

Especial Facas: tipos, dicas, tudo afiadinho

Ela é mais do que essencial na cozinha. Ela é determinante. Um utensílio que pode definir de antemão, se bem usada, a qualidade de seu alimento; e tudo isso por causa de um simples corte! Esta é a faca, com todos os seus tipos de variações. Confira abaixo o especial de facas da Revista Digital que a Spïcy organizou para você entender mais.

Tipos de facas

Não importa se é para o dia-a-dia, o recebimento de visitas, um churrasco ou até uso formal; os dois fatores que são chave para o bom uso da faca são: a afiação do material e o seu modelo. Porque cada tipo de alimento ou preparo exige um tipo de faca, daí as múltiplas finalidades que seu kit de facas pode ter na cozinha. São diversos modelos existentes, mas a Revista Digital vai listar os mais comuns nas cozinhas dos grandes chefs.

Faca multiuso: a tradicional “faca de chef” ou “faca de cozinheiro”, forte e larga, de até 20 a 30cm de lâmina, serve para os mais variados fins e é a única faca que realmente não pode faltar no seu rol. Uma variação dela é o modelo Santoku, levemente menor, ideal para receitas da cozinha japonesa e oriental, que é bem diversa: carnes, vegetais, ervas etc.

Faca de cortar pão: devido a suas serrilhas, serve para fatiar bolos, pães crocantes e peça inteiras, como presunto de Parma. A faca de pasteleiro é parecida, mas sua ponta é arredondada, e o modelo serve também para bolos e tartes.

Fada de açougueiro: serve para cortar carnes maiores no mínimo de cortes possíveis. Ela é fina e curva.

Faca de desossar: é levemente curva, longa (até 17cm), de lâmina estreita e ponta bem fina, que serve para alcançar lugares difíceis, como ossos, gorduras e tendões.

Cutelo: é a imponente e larga faca, com 12 a 26cm de lâmina retangular, quase um machado para a cozinha. Sua função é essa mesma: partir carnes e ossos em peças grandes e alimentos resistentes. Para o uso na cozinha o ideal são modelos menores. Já o cutelo talhante tem de 20 a 32cm; é largo para, como diz o próprio nome, cortar a carne fria no próprio talho. A faca de talhante é o par para lidar com o mesmo desafio, mas em peças menores.

Faca de ostra: é pequena e resistente, própria para abrir conchas e nozes.

Faca de sashimi: é longo, cabo firme e possui o fio chanfrado só de um lado para tornar seu corte mais afiado.

Mezzaluna: com dois cabos e em formato de lua crescente, serve para picar e triturar vegetais com mais rapidez.

Faca de esculpir/tornear: pequena (5 a 8cm) e curva como uma pequena garra, e serve para descascar frutos encurvados ou mesmo esculpi-los. Não confundir com a descascadora.

Faca de descascar vegetais ou legumes: pois possui cerca de 9cm, reta de bico arredondado (vegetais) ou pontiagudo (legumes), no tamanho certo para para aumentar a precisão do corte.

Faca para bife: lâmina de 12cm com serrilha, feita para o corte da carne já preparada e servida. Peixes pedem a faca de filetar: estreita, flexível, 15cm de gume curvo, o que permite controle para filetar carne ou peixe com corte liso.

O salmão tem um modelo próprio: a faca de salmão tem lâmina larga, flexível, de até 30cm e ponta redonda para assegurar o corte do peixe. O modelo é similar à faca de presunto, mas a diferença desta é que possui alvéolos na lâmina para garantir o corte liso sem esforço.

No preparo de assados, garfo e faca de trinchar são necessários para cortar a carne assada com maior controle e precisão, tanto na cozinha quanto na mesa.

Faca de queijo: seus formatos são os que mais variam: desde faca curva até com lâmina vazada; mas todos têm em comum o fato de serem desenhados para que o queijo não grude na lâmina, e que o corte seja mais preciso.

Faca com cabo de compensação: seu formato curvo é próprio para evitar acidentes com as mãos.

Faca de massa: seu fio é ondulado e muitas vezes em formato de espátula de confeiteiro; tudo isso para evitar que as massas mais delicadas percam o formato pro causa do corte.

Materiais

As facas mais desejadas nas cozinhas são as de aço inox, em especial as de peça única: além de lindas, elas passam elegância e combinam com qualquer estilo de cozinha. Sem contar que, subjetivamente, elas transmitem confiança ao chef. Também já existem as de aço inox com resina; elas exigem os mesmos cuidados (vide abaixo), e ainda protegem os alimentos contra a oxidação.

No mercado de facas em materiais alternativos, cada um tem seus prós e contras. A faca de cerâmica, uma novidade nas cozinhas, possui um fio de corte que dura muito mais tempo; no entanto não é própria para carnes, e para afiá-la é necessário um profissional. As facas de acrílico não são eficientes na maioria dos alimentos, mas têm uma grande vantagem no corte de vegetais e folhas das saladas: por não ser de inox, ela não oxida o alimento.

Por fim, um material que excede qualquer expectativa em qualidade e durabilidade é o aço fabricado com Cromargan Protect, uma patente registrada. São até 150x mais resistentes aos sinais de desgaste. Isso porque o aço inox passa por 32 etapas de produção e por quatro testes qualidade exigentes, em especial na fábrica da marca WMF. A marca alemã, antes encontrada somente em algumas cidades da Alemanha, França e Suíça, hoje é adquirida em lojas especialistas de luxo; no Brasil, é exclusividade da Spïcy. Link da marca: http://www.spicy.com.br/wmf

Cuidados

Para manter o material por mais tempo e garantir sua beleza durante o manuseio, o kit deve ser lavado antes do primeiro uso e sempre após. Use água quente para reanimar o brilho, detergente neutro por ser menos abrasivo e agressivo ao metal, e esponja macia. Evite as esponjas de aço, que provocam  micro-arranhões na superfície. Pelo mesmo motivo, não amontoe as facas na gaveta. Aliás, isso vale não só para suas facas, mas pra todo o seu faqueiro.

O água também oxida, em especial talheres de inox. Antes de guardar enxugue bem, principalmente as facas, que costumam ter mais carbono; isso porque, se por um lado a composição faz com que elas mantenham o corte, por outro elas acabam mais suscetíveis à ação do cloro contido na água da torneira.

Para deixar a faca sempre afiada, use pedra de amolar ou uma chaíra, que é própria para afiar facas. Segundo os chefs, para manter o fio do corte eles recomendam passar 30x a faca na diagonal em um lado, e 10x reto no outro lado.

Independente se seu conjunto de facas vai seguir o acabamento de seu faqueiro, o importante é pensar que seu orçamento influi no padrão geral, e o padrão desejado influi no seu orçamento. Procure encontrar o equilíbrio para não sair frustrado, em especial se você quer fazer uso constante dos utensílios. Como tudo o que você for adquirir na vida.

Então atenção à composição níquel-cromo da faca quando for comprar a sua. Nas embalagens costuma ser exibida a especificação 18/0, 18/8 ou 18/10 (proporção cromo/níquel). Quando maior o número da direita, mais níquel no composto metálico, portanto mais durabilidade e melhor acabamento.

Aproveite a matéria e confira nossa linha de facas e faqueiros na Spïcy. Pesquise, avalie, complete e renove o arsenal de corte deste grande chef que existe em você.

Fontes:

http://www.ehow.com.br/

http://www.mobly.com.br/

http://www1.folha.uol.com.br/

http://www.ivocutelarias.com/

DICAS E TÉCNICAS

Especial sobre pizzas, saindo do forno

Dentre os pratos mais famosos do mundo, ela está no rol dos preferidos, lembrados e pedidos. É um dos símbolos da cultura italiana. E ainda tem gente que consome suas sobras direto da geladeira, quando bate a fome apressada. E tudo bem. Porque, afinal, quem não gosta de uma boa e acalentadora pizza? Desse prato, que magicamente nos remete a uma relação afetiva com a comida? Deve ser por causa do carma afetivo que as mammas italianas imprimiram em sua origem.

Acompanhem agora nosso especial sobre Pizzas. A Revista Digital fala de sua origem, de dicas de preparo e também das opções gourmet que você pode encontrar na cidade de São Paulo, a capital brasileira da pizza.

Origem da redondinha

Talvez o berço nem seja italiano. Os chineses, muito antes da região da bota, mas em data incerta, já consumiam o produto da massa assada. “Geneticamente falando”, o origem da pizza é o próprio pão, já que muitos povos antigos consumiam a massa achatada com o acréscimo de coberturas e ingredientes típicos dos costumes locais.

No século XVI veio a intervenção italiana. No sul da região alguns povoados pobres começaram a incluir tomates; não muito tempo depois veio o queijo, já que a região italiana era a maior produtora desses dois itens.

A mais antiga produtora de pizzas, que é a Antica Pizzeria Port’Alba, foi criada em 1738 em Nápoles, e quase um século depois foi transformada em pizzaria de fato. No século XIX o sul da Itália tornou-se rota turística devido à forte e presente cultura da pizza na alimentação.

A imigração italiana foi um dos maiores difusores da cultura pizzaiola pelo mundo. A 2ª Guerra Mundial também teve seu papel: as tropas norte-americanas, em campanha no sul da Itália, precisavam reabastecer as energias nos povoados. Tiveram contato com a pizza, adoraram e trouxeram a ideia de volta ao continente americano, onde houve também muita imigração italiana. Dali, graças à influência cultural dos Estados Unidos, logo o prato caiu na cultura popular mundial.

No Brasil, o berço da pizza é o bairro do Brás, em São Paulo, um dos principais redutos da história da imigração italiana. É também da cultura paulista a origem da expressão “acabar em pizza”, num episódio diplomático que conciliou dirigentes da Sociedade Esportiva Palmeiras após uma acalorada discussão. Hoje, como foi dito acima, São Paulo é a segunda maior “capital da pizza” no mundo: mais de 1 milhão de pizzas consumidas por dia, com 5 mil pizzarias abertas. Só perde, mesmo, para Nova York.

A verdadeira, segundo os puristas

Existem diversas maneiras de preparar a pizza, mas hoje vamos nos focar no que a tradição pede. Alguns itens de fato fazem diferença na consistência e na percepção do paladar, mas há outros itens que são puro ritual. Pelo menos dá uma graça a mais na hora que você for fazer a pizza no seu próprio forno.

Forno a lenha com fogo a 485º C é o ideal para que a massa asse de forma correta. Quanto mais próximo do modelo napolitano de forno, melhor o resultado. Se tudo estiver em ordem, a pizza deve ser deixada no forno por 60 a 90 segundos.

A massa deve ser feita à mão, não com rolo, e espalhada com delicadeza. Isso promove uma textura mais fina, no sentido palativo. Quando a massa for aberta, as dimensões ideais do disco são de 35cm de diâmetro e 3mm de espessura no centro.

Se você quer tradição mesmo, os tomates tipo San Marzano, colhidos nos pés do Monte Vesúvio, têm um sabor inconfundível. Anote a dica para quando for preparar a pizza mais especial da sua vida. E quando isso acontecer complete com o ritual que muitos pizzaiolos ainda seguem: distribuir o azeite no sentido horário. Só pra dar aquela graça a mais.

Brincadeiras à parte há três dicas essenciais para que sua pizza, mesmo amadora, se pareça com as mais dignas de aplausos. A primeira é que o tomate pelado é ideal para fazer o molho, pois é mais adocicado. A segunda é que a farinha deve ser do tipo 00, pois dá mais liga. E você deve usar pouca farinha na hora de abrir a massa.

Na cobertura, apenas alguns produtos devem ser evitados, como frutas e maionese, pois reagem mal com a substância da massa. De resto, você pode ir pelas receitas clássicas ou apelar para a criatividade, como alguns restaurantes têm feito ao redor do mundo. Quer conhecer alguns deles?

Prazer sou a pizza do chef

Seguindo as tendências que acontecem com muitas comidas populares — hambúrguer gourmet, sorvete gourmet, food truck gourmet — a pizza já possui muitas versões mais finas e que inovam o conceito de harmonização de ingredientes com a massa. Estamos falando de pizzas que levam salmão, pera, gruyère, amêndoas… Confira agora algumas opções de pizzarias paulistanas que proporcionam essa experiência.

A Soggiorno fica no Alto da Lapa e possui muitas opções que vão fazer seu paladar entrar em êxtase. A pizza Favorita leva queijo brie derretido, mozarela de búfala fresca, rúcula e presunto cru. Juquehy tem massa crocante, alface americana, queijo brie, palmito, tomate-cereja e molho à base de mostarda e mel. Tem até pizza light, com carpaccio, alface americana, rúcula, cenoura ralada, palmito e parmesão.

A pizzaria Forno da Vila tem foco no conceito de pizza gourmet e fica na Vila Mariana. A pizza Alho Negro leva ricota fresca temperada, mozarela de búfala, tomate-cereja, alho negro em lascas e pistache torrado. Peru e Burrata posssui peito de peru defumado, mozarela amanteigada e queijo parmesão. Destaque para a pizza que leva queijo brie, amêndoas torradas e mel. Como ela se chama? Brie e Amêndoas.

A lista ainda pode aumentar. A Forneria do Santa, em Moema, serve uma pizza exótica com nome auto-explicativo: Pera com presunto de parma. e a Veridiana é a pizzaria que tem num de seus pratos mais exclamatórios a Napoli in Toscana, feita de mozarela com trufas negras em lasca.

Depois de encher a boca de água, será que dá para acabar esse post em pizza? Corra até a cozinha e comece a fazer a sua, e até a próxima postagem.

Fontes:

http://revistacasaejardim.globo.com/

http://www1.folha.uol.com.br/comida/

http://economia.uol.com.br/

http://didspizza.tumblr.com/

DICAS E TÉCNICAS

Especial Azeites: benefícios, escolhas e dicas de chefs

Ele é o principal ingrediente da cozinha espanhola, e um dos principais da mediterrânea. O azeite, que significa “o sumo da azeitona”, está entre os óleos mais generosos que a natureza oferece, pois além de dar sabor imediato aos alimentos ele proporciona sólidos benefícios à saúde em longo prazo. Saiba mais abaixo, com o especial sobre azeites que a Revista Digital da Spicy preparou para você.

O azeite na história

O uso do alimento é milenar: já faz de cinco a seis mil anos que a humanidade, em especial os povos do atual Oriente Médio próximos ao Mar Mediterrâneo, descobriu os benefícios tanto culinários quanto práticos do óleo. Mas foram os gregos (e, posteriormente, os romanos) que levaram o azeite para a Europa, e, no século XVI, na colonização espanhola, para a América.

O que poucos sabem é que antes do homem ver deslizar pelas panelas aquecidas e escorrer o azeite pelos alimentos, o extrato foi muito utilizado para diversas outras funções: na medicina para acelerar a cura de feridas e compor de remédios; nos esportes para evitar assados e melhorar a performance; em expedições polares como isolante térmico quando passado na pele; em metais como lubrificante; e até para iluminação, pois a lamparina levava azeite como combustível.

A ciência tratou de aperfeiçoar todas essas técnicas. Mas a culinária ainda persiste: azeite continua sendo um dos grandes itens alimentícios multiuso no mundo todo.

O processo de extração

O azeite de verdade é feito 100% de olivas e é um dos raros casos da natureza em que o óleo é extraído da fruta, não da semente. Existem mais de 270 tipos de azeitonas, no entanto apenas 24 delas são utilizadas para produzir azeite; as mais comuns são a Galega (Portugal), Picual (Espanha) e Arauco (Argentina). Uma oliveira produz anualmente 20 Kg de azeitonas, o que gera aproximadamente 4L do produto. Então imagine como é cheio de oliveiras na Espanha, que utiliza azeite praticamente em tudo: paellas, tapas, gazpachos, fabadas asturianas, tortillas de patatas, cocidos… Será que é por isso que são os maiores produtores e exportadores de óleo de oliva do mundo?

O azeite pode ser classificado em três tipos (não contamos “azeite composto” como azeite): o extra-virgem, o virgem e o puro. O extra-virgem é extraído por prensagem da azeitona e possui menos de 1% de acidez; o virgem também se tira por prensagem, mas a acidez fica entre 2 e 3%; já o puro é uma mistura de azeite virgem com azeite refinado, ou seja, que passa por processo químico, e a acidez fica abaixo de 1,5%.

Como escolher o bom azeite

A acidez não tem nada a ver com o pH, como muitos pensam. O índice de acidez no azeite reflete a quantidade de ácidos graxos livres, e portanto não pode ser notado pelo paladar e nem está exclusivamente relacionada à qualidade de óleo.

Se a química escrita no rótulo não é guia tão fiel para a escolha, nossos sentidos são. Basta experimentar o azeite para saber de sua qualidade. Quanto melhor for o líquido, mais suave, “doce” ele será; do contrário, terá um amargor característico. O sabor adocicado está diretamente relacionado à azeitona que foi utilizada. As verdes produzem sabor amargo, enquanto as mais maduras possuem o sabor que buscamos, suave na língua.

Mas, em termos gerais, caso você não perceba as sutilezas das marcas, em geral o nível de acidez pode refletir o sabor do azeite. A dica é experimentar. Comece com um azeite de 0,5% de acidez, depois um de 0,3%, e depois um (raro) de 0,15%.

Por falar em números, ao contrário do vinho, o melhor azeite é o mais novo. Isso porque naturalmente os compostos do alimento perdem suas propriedades conforme o tempo passa. Exposição à luz e ao calor aceleram essa perda, pois o azeite é termo e fotossensível. Os azeites mantidos em vidros escuros ou latas são os que mais aguentam os efeitos naturais do tempo na química. Em todo caso, valem as regras: quanto mais novo, melhor. Tolere no máximo azeites com 18 meses de idade, e na hora de comprar alcance as garrafas do fundo da prateleira.

Benefícios do azeite (se é que você já não conhece)

A dieta mediterrânea é famosa. Ficou conhecida a partir dos anos 1960, quando foi notado que nos países europeus ao redor do Mediterrâneo, sobretudo na Grécia e em sua ilha de Creta, os índices de doenças cardíacas era até 90% menor que em outros locais da Europa e do mundo.

Esta dieta possui alguns pilares de comportamento, como os exercícios regulares, mas o azeite é um dos principais ingredientes dessa receita de saúde. Na dieta mediterrânea a maioria dos óleos vegetais são substituídos por ele, como, por exemplo, a torrada e o pão, que em vez de ser consumida com margarina, é embebida com o óleo de oliva.

É por isso que nutricionistas e cientistas passaram a estudar a fundo os benefícios do azeite na alimentação. Para o coração, por exemplo, ele controla os níveis de colesterol, reduzindo o mau (LDL) e aumentando o bom (HDL). Sua composição, rica em ácidos graxos monoinsaturados, também é anticarcinogênica, evita a desmineralização dos ossos, é antioxidante (o cérebro é o principal beneficiado), além de muitos outros benefícios sutis. O consumo indicado diário é de 30g (duas colheres de sopa). Isso deve ser considerado antes do exagero, pois, apesar de todos os benefícios, o óleo é muito calórico: essas mesmas 30g possuem 265 Kcal. A dieta mediterrânea retira cerca de 35% das calorias diárias dos azeites, e o restante dos carboidratos e açúcares.

Dicas dos chefs

O uso do azeite possui vantagens sutis, mas que podem fazer a diferença. Por exemplo, nas saladas, despeje os fios de azeite antes dos outros temperos, pois isso aumenta o tempo que as folhas levam antes de começar a murchar. Nas grelhas, o azeite evita que a carne perca sucos que dão o sabor. Além disso, o azeite é ideal para conduzir o sabor dos temperos.

Mas os especialistas da cozinha mediterrânea não titubeiam no uso do azeite nem mesmo para as frituras. Muitas pessoas acreditam que o azeite deve ser consumido apenas frio. De fato, a melhor maneira de consumi-lo é in natura, na finalização dos pratos, mas com ele podemos ir além. Se utilizado em temperatura média, o azeite continua sendo o óleo ideal para uma cozinha mais saudável, pois, ao contrário de outros óleos, ele não penetra fundo nos alimentos (o que, além de tudo, mantém o sabor deles após fritá-los). Seus componentes químicos resistem a temperaturas de até 230ºC antes de fumegar e perder as características; a título de comparação, o óleo de soja aguenta apenas 180ºC.

O segredo da imersão em azeite é o controle de temperatura. Uma técnica utilizada por quem entende de fritura é a do pãozinho. Mergulhe um pedacinho de pão no azeite quando estiver esquentando. Se o pão afundar, o azeite está frio; se afundar e subir lentamente, está ótimo: 160ºC; se afundar e subir rapidamente, quer dizer que está próximo dos 180ºC; se não afundar, evite a imersão: o azeite está quente demais.

No caso de fritar várias vezes, sempre filtre o azeite logo após a retirada do alimento, para evitar que os resíduos anteriores alterem o sabor do próximo. O número máximo recomendado de uso do mesmo óleo é, para os chefs, cinco vezes.

E esse é o número máximo de parágrafos que escreveremos sobre azeite sem dar um pulo à cozinha, cortar uma pão italiano, dar aquela molhadinha básica com azeite e aproveitar a delícia que isso pode nos proporcionar. Então, até a próxima semana, quando falaremos de mais dois filmes de dar água na boca, com o Cinegastronomia da Revista Digital.

Fontes:

www.bbel.com.br

www.oliva.org.br

www.borgesalimentos.com.br