PRIMEIROS PASSOS

Especial Utensílios de Cozinha: Os Essenciais

Continuando o especial sobre utensílios de cozinha, o foco da semana agora será: os itens essenciais seu arsenal culinário. É claro que a variedade de utensílios varia principalmente de acordo com o quanto que você cozinha, o tipo de prato que costuma preparar, quanto tempo você dispõe no fogão, além, é claro, de seus próprios caprichos. Mas existem objetos que devem estar sempre à mão, pois, além de servirem para funções que só eles fazem, economizam um precioso tempo durante o preparo da refeição.

Só para ver como a lista pode ser imensa, fazendo uma breve pesquisa (*) você descobrirá que, para quem cozinha em nível básico ou amador, a quantidade de itens já é bem grandinha. Confira:

abridor de garrafa de vinho, abridor de lata, batedor de ovos (fouet), cafeteira, conjunto de copos medidores, conjunto de colheres medidoras, cortador de pizza, descascador de legumes, espremedor de batatas, espremedor de laranjas, faca de chef grande, faca de pão, faca pequena, forma de bolo redonda, forma de pudim com furo no meio, frigideira ou grelha grande, jogo de panelas de inox, liquidificador, martelo de cozinha, moedor de alho, moedor de pimenta do reino, moedor de sal, panela de pressão, pinça grande para pegar alimentos quentes, pincel de silicone, ralador comum triangular, ralador de queijo de cilindro (daquele que vai à mesa), rolo de massa, sanduicheira, tesoura de cozinha, torradeira, duas peneiras de inox, tábuas de plástico, assadeiras de tamanhos variados, tigelas para misturar alimentos, espátulas de silicone, forminhas para bolachinhas, ítens para pia (escorredor, apoiador de detergente e esponja, rodo), jarras e garrafa térmica, potes com tampa para armazenar alimentos prontos na geladeira, potes herméticos para guardar alimentos secos na dispensa, refratários de diversos tamanhos.

UFA! E isso foi só o nível básico. Para quem vai morar sozinho pela primeira vez e não conta com ajuda de alguém para aconselhar, existem sites bem didáticos que ensinam o quê e em que ordem ir comprando as coisas básicas, como o blog Bbel. Conforme o tempo você vai descobrindo as necessidades e aumentando seu rol de utensílios. Fuçar na variedade de produtos da OXO no site da Spïcy também vai te encher de ideias para transformar a cara da sua cozinha. Link da marca:http://www.spicy.com.br/oxo

A título de curiosidade, aqui vai a lista de itens que os chefs em geral acham prioridade numa cozinha gourmet. Lembre-se que isso depende do tipo de experiências você gosta de fazer no seu laboratório culinário:

balança digital para receitas de confeitaria e panificação, batedeira planetária ou profissional, bico de confeiteiro, chaira e uma pedra de afiar facas, faca de sushi, faca elétrica, forma de cheesecake com lateral removível, forma de pão retangular, forma de torta com fundo falso para fazer quiche, frigideira grande, frigideira pequena, antiaderente para panquecas, maçarico, mandolin, paelleira, panela alta de capacidade mínima de 5 litros, processador de alimentos, ralador específico para raspas de cítricos, secador de salada, termômetro para medir temperatura interna de cortes de carnes inteiras, bandejas de gelo para congelar caldos, barbante culinário, formas de bolo diversas, formas individuais diversas, mini ramequins para suflês, panelas especiais para macarrão (tipo Le Creuset), pedaços de pano ou gaze para fazer sachets de temperos.

Itens que não são considerados essenciais, mas deveriam

Não vale a pena falar aqui da importância das panelas, copos, talheres e itens óbvios, não é mesmo? Em vez disso, que tal saber um pouco mais de itens que você, depois de ler, vai se perguntar: por que é que eles também não são itens obrigatórios em toda cozinha?

Por exemplo, a colher de bambu. Diferente da colher de pau, que prolifera bactérias, a colher de bambu naturalmente é autodesinfetante (!) e não deve em nada aos benefícios da madeira comum, como o fato de não riscar a panela e ser resistente ao fogo. Além disso, é ecologicamente correta. O mesmo vale para a tábua de bambu, que não retém cheiro, como as de polietileno, e não desgasta as lâminas das facas, como as tábuas de vidro. A única diferença é que os utensílios de bambu devem ser untados com óleo mineral, que é vendido em qualquer farmácia, a cada seis meses.

pilão, no post anterior, foi dado como um utensílio que caiu em desuso. Na verdade, devemos a ele uma errata: além de útil no preparo de molho pesto, o pilão também vai servir para quebrar nozes e outras oleaginosas, como castanhas e amêndoas; também é bom para macerar ervas e frutas, além de triturar alho como ninguém. Deu até pra sentir o gostinho da pizza áleo e óleo, não? Ele só não substitui o processador de alimentos, essencial para purês e temperos, um batedor (fouet) para o preparo de caldas, claras em neve e misturas, e oliquidificador, que dispensa comentários.

descascador de legumes não só economiza seu tempo comparando com o uso da faca, como também tem uma grande vantagem: ele raspa a casca de frutas e legumes bem fininho. Também serve para tirar lasquinhas de queijo e vegetais. E por falar em lasquinhas, não deixe faltar na sua bancada uma faca própria para cortar pão (para

fiambre), para não detonar aquela baguete ou ciabata da padaria que você mais gosta.

Uma faca de chef também deve constar na sua cozinha, pois corta alimentos maravilhosamente bem. Você deve tomar cuidado na hora de comprar: ela deve ter um bojo para proteger seus dedos, e deve ser de lâmina única ou de lâmina que entra no cabo (as lâminas que não entram no cabo quebram fácil).

Tigelas, tigelas! Tenha uma grande, de vidro, bem bonita, para servir saladas, e outras de tamanhos variados em inox, que é um material bem mais leve que o vidro na hora de preparar alimentos, e não pega cheiro como as tigelas de plástico. Ainda na ala dos utensílios grandes, quem gosta de fazer bolos e tortas deve ter fôrmas de fundo falso (removível), pois ajuda a desenformar sua obra-prima sem perigo de quebrar.

Apesar de muita gente não estar muito aí para a precisão, um conjunto medidor padrão pode fazer a diferença na sua receita. Afinal, colher de chá não é colher de açúcar, e caneca não é xícara. Em todo caso, guarde os números: uma colher de chá tem 16 mL e uma xícara tem 240 mL. Outras medias costumam ser variação dessas proporções.

Tenha na gaveta um pincel de cozinha, que pode ser tanto de silicone quanto de cerdas comuns. Além de distribuir o óleo na superfície do alimento muito mais uniformemente, o pincel de cozinha ajuda a reduzir no mínimo pela metade a quantidade de óleo utilizado (ou pasta, manteiga, margarina etc.). Aposto que você já pensou na dieta. Nota:escumadeiras também ajudam a tirar o excesso de óleo das frituras e a água dos cozidos. E já que falamos no material da moda, as espátulas de silicone estão cada vez mais em voga: além de não riscarem o fundo da panela na hora de raspar o tacho, elas aguentam bem as altas temperaturas; você só precisa fazer uma forcinha extra com cuidado, já que o material é flexível.

Por fim, um espremedor de laranja. Para quem mora em três ou mais pessoas, é um grande economizador de tempo no preparo do suco que é o preferido do brasileiro. E não tem nada melhor que uma laranjada feita na hora pela manhã, não é mesmo?

Utensílios que ajudam a decorar a cozinha

Existem objetos que, por ficarem sempre à mostra, também fazem parte dos itens de decoração da cozinha. O porta-papel (alumínio, plástico ou toalha), por exemplo, deve estar num lugar estratégico, visível e de fácil alcance, e em cores e material que combinem com os móveis e eletrodomésticos. O mesmo vale para os panos de copa e cozinha e seus devidos penduradores. Os utensílios de copa (geralmente de mesa, café da manhã e servidor de alimentos) também são valorizados pelo design, apesar de aparecer apenas nas refeições e em outro ambiente, dependendo do formato da cozinha.

Você já pensou como um saleiro pode dar um charme para o cantinho de condimentos ou o centro da mesa? Pense nisso quando for pesquisar o seu na Spïcy. Já na pia, os utensílios de guardar detergente, sabão, esponja e rodinho também podem ser comprados em conjunto, para ornar com o seu arredor.

Porta-facas, escorredor de louça, pendurador de panela, fruteira… muita coisa pode servir para dar ainda mais charme ao reduto dos chefs de sua casa. Portanto, no próximo post você vai saber mais sobre como pensar no design e organização da cozinha através dos utensílios. Até lá!

(*) Fontes:

http://www.dedodemoca.net/

http://gnt.globo.com/

http://bbel.com.br/

PRIMEIROS PASSOS

Especial Utensílios de Cozinha: A História

Este é o primeiro de três textos que a Revista Digital da Spïcy preparou no Especial Utensílios de Cozinha. Neste post você vai saber mais da história do uso dos instrumentos que determinaram ou foram determinados por nossa maneira de se alimentar.

A história da cozinha, e também de sua arquitetura, é praticamente a história da evolução do fogo e do fogão. Já a história dos utensílios são reflexos das dificuldades nutricionais, gostos e necessidades que cada civilização teve ao longo do tempo.

De acordo com os estudos arqueológicos, há evidências de que os recursos naturais que os homens primitivos tinham à mão determinaram a cultura culinária das civilizações. Por exemplo: povos que viviam próximos ao mar utilizavam conchas e cascos de tartaruga como cumbucas primitivas, o que delineou suas preferências alimentares. Os asiáticos, tão bem providos de certos tipos vegetais, utlizavam copos feitos de bambu; da mesma forma, os americanos pré-Colombo tinham diversas tigelas feitas de pedra.

Um dos aspectos mais interessantes da história dos utensílios de cozinha é a prova de que existe um “darwinismo gastronômico”, nas palavras da pesquisadora Bee Wilson. A especialista, em seu livro Consider The Fork, observou que na cozinha a tecnologia só sobrevive quando é útil, ou seja, o que é prático nunca sai de cena. Exemplos: a colher de pau e a própria panela. Estes sobreviventes foram capazes de moldar costumes tanto à mesa quanto no uso do fogão.

No entanto, é possível dizer que a história dos utensílios de cozinha tiveram maior desenvolvimento em três momentos da humanidade:

  • *A descoberta do fogo, graças ao qual foi possível fundir metais e produzir utensílios mais precisos, pois até então a pedra era o principal material culinário;

  • *A descoberta da cerâmica, que possibilitou moldar panelas e recipientes mais resistentes ao calor;

  • *E a primeira Revolução Industrial, que popularizou utensílios metálicos e facilitou a disseminação de hábitos de mesa da nobreza europeia.

O caso da cerâmica é ainda mais interessante. Por ser menos porosa, com este material o homem conseguiu fazer panelas rudimentares e pela primeira vez utilizar a água no preparo dos alimentos, que, até então, era basicamente cereais moídos e carnes assadas. Só para ver o quanto isso impactou na história dos costumes culinários do mundo, pense que foi graças aos primeiros ensopados que o homem conseguiu separar a gordura, utilizada a partir de então para refogar, guisar e fritar carnes e vegetais.

Os utensílios ao longo das Eras

Na Idade Média era comum cozinhar com fogo aberto, e os utensílios eram feitos de barro, ferro ou bronze; na época já existiam as panelas, frigideiras e caldeiras, além de facas, colheres, espetos e tesouras. No Renascimento surgiram as balanças, garfos e grelhas.

No século XVII, com a Revolução Industrial, pela primeira vez houve uma melhora significativa dos materiais e utensílios de cozinha. Nesta era, utensílios de maior qualidade puderam ser produzidos e vendidos por menores preços, o que ajudou a difundir certos costumes pela Europa afora; exemplo: o uso do garfo para comer macarronada. Além disso, graças à melhoria dos meios de transporte, os alimentos perecíveis puderam cruzar maiores territórios. Foi quando o consumo de pescados se intensificou, e novos pratos e modos de preparo foram inventados pelos chefs da época. Acompanhando o surgimento de novos pratos, vieram novos utensílios de corte e preservação.

A partir da Revolução Industrial, as mudanças de costumes e surgimento de novos utensílios seguiram uma cadência exponencial. No século XIX novos materiais figuraram nas cozinhas e mesas: cobre, novos usos do ferro, panelas de alumínio, cerâmicas de maior qualidade. Uma curiosidade: acultura francesa era muito valorizada na Europa e suas colônias, e por isso os utensílios, costumes e pratos de sua cozinha foram copiados mundo afora.

Em relação aos utensílios de cozinha, o século XX foi a era do plástico e seus derivados. Com a descoberta do material (que se deu, na verdade, em 1850, mas só mais tarde foi popularizado), utensílios pesados foram pouco a pouco sendo substituídos. Depois dos anos 1950, os lares foram invadidos por novos e inovadores produtos, impulsionados pela industrialização e da força propagandeada do “sonho americano”.

Curiosamente, apesar de o século XXI possuir muitas opções de materiais, tamanhos etc., há cada vez mais uma nostalgia por utensílios retrô; exemplo: batederias manuais. Uma prova dessa vastidão de oferta é a marca OXO, que possui inúmeros produtos tanto clássicos quanto inovadores. Ela surgiu no fim do século XX e já conquistou o coração dos chefs não só nos Estados Unidos, mas em todos os países onde a marca está presente. Confira a linha completa no site da Spïcy:http://www.spicy.com.br/oxo

Sobreviventes e aposentados

Os utensílios que mais sobreviveram ao tempo são os que vêm à mente toda vez que pensamos em cozinha: garfo, faca, colher e panela. Esta surgiu em 10.000 a.C. na América do Sul e representou uma revolução nutricional à humanidade: se antes os povos utilizavam conchas, cascos de tartaruga e até mesmo estômago de animais para preparar os alimentos, foi graças à panela rudimentar que o homem percebeu que podia usar a água para cozinhar, esquentar e amolecer o consumo de alimentos até então não duros demais para serem consumidos.

faca, de origem etíope, surgiu antes mesmo do fogo. Era multiuso, pois além de servir de arma, cortava em pedaços os alimentos que os dentes não podiam triturar. Curiosidade: algumas das leis da etiqueta à mesa surgiram na França para evitar que acidentes acontecessem no manejo da faca nos banquetes da aristocracia.

colher surgiu provavelmente três séculos antes da era cristã. Antes dela eram utilizados galhos e conchas para se alimentar de líquidos e substâncias pastosas.

garfo seria o caçula deste time de sobreviventes, pois apareceu apenas no século XI, já na Europa. Havia muito preconceito quanto ao seu uso, já que seu formato é análogo ao tridente do diabo, e a Idade Média levava mais a sério os símbolos religiosos. A superstição caiu abaixo quando os italianos passaram a utilizar o garfo para a macarronada, e o costume foi logo associado à nobreza: costumava-se comer macarrão com a mão, o que, após a popularização do garfo, ficou associado às classes baixas.

Mas nos anais da história culinária também há utensílios aposentados, sejam por motivos de obsolescência ou mesmo fracasso. Por exemplo: em 1940, um australiano criou o spork (spoon + fork), uma mistura de colher e garfo. Apesar da boa intenção, na prática o utensílio não cumpria nenhuma das duas funções, e não resistiu ao desuso.

batedor de ovos manual, que surgiu no fim do século XIX nos Estados Unidos e foi popularizado para produzir bolos, claras em neve e outras misturas, teve vida de mais ou menos cem anos, pois em 1971 surgiu a batedeira elétrica. No entanto, o mercado prova que o batedor manual pode voltar à vida, em especial aos amantes nostálgicos da cozinha.

Por fim, o pilão. O utensílio surgiu há 20 mil anos na África com fins de triturar cereais e ervas, o que foi a causa da sensível melhoria nutricional e medicinal das tribos. Nas cozinhas de hoje ele não costuma ser utilizado, a não ser para fazer molho pesto ou servir de decoração, já que os processadores de alimentos cumprem a função em tempo muito inferior.

Não perca na próxima semana a continuação do Especial Utensílios de Cozinha, com mais curiosidades e fatos para você que é apaixonado por gastronomia..

Fontes:

http://www.antiquariocasarao.com.br/

http://revistaepoca.globo.com/

“Memórias Gastronômicas de Todos os Tempos” (Ed. Zahar)

DICAS E TÉCNICAS

O Design na Cozinha: Tendências, Cuidados e Sugestões

O mês de julho na Revista Digital foi dedicado inteiramente à cozinha, a especialidade da Spïcy. Para encerrar com sobremesa, o tema do post da semana é aquilo que mais encanta numa casa bem decorada: o design, justamente deste cômodo tão especial. Confira abaixo algumas tendências, cuidados no planejamento e sugestões de arquitetos e decoradores para você ter mil ideias de como criar a cozinha dos seus sonhos mais gourmet.

Tendências e sugestões

Na opinião de especialistas, as cores vibrantes chegaram para ficar de vez, mas desde que sejam apenas complementares. Por exemplo: armários amadeirados e/ou brancos são mais sóbrios; se os armários tiverem frisos em laca em tons vermelhos, bordô, azuis ou mesmo verdes, eles quebram a sobriedade do ambiente. As cores vivas não podem ser predominantes, especialmente em áreas pequenas, pois cores vibrantes causam a ilusão óptica de reduzir o espaço.

A contramão dessa ideia, mas igualmente na moda, é arriscar uma cozinha em preto e branco, intercalando bancada, tampões, armários, eletrodomésticos e detalhes nas cores. Fica a dica para quem preza por elegância acima de tudo.

Cozinha simples ou sofisticada? Independente do gosto, a cozinha que é planejada para os dias atuais precisa unir beleza e praticidade. Um exemplo dessa máxima é a presença cada vez mais comum, independente da cara do ambiente, de puxadores embutidos e corrediças telescópicas (com amortecedor). Elas facilitam o dia-a-dia e ainda valorizam o ambiente, deixando tudo à mão sem deixar partes dos móveis expostos a esbarrões.

Quanto ao estilo da cozinha, fique atento às dicas do seu designer para unir seu gosto pessoal com as expectativas que você tem do ambiente. Exemplo: uma cozinha simples, porém moderna, pode ganhar esses ares se uma das paredes for decorada com os adesivos próprios para parede. Os adesivos especiais podem ser de temas de alimentos, cozinhas gourmet, ou mesmo personalizados ao seu estilo de vida, como imagens relacionadas a música ou cinema.

Outra sugestão, porém mais sofisticada, é incluir plantas ao ambiente. Uma grande mesa de cumaru ou similar (de preferência de madeira reflorestada), bem visível, não apenas quebra a modernidade dos eletrodomésticos, como ainda inclui o elemento madeira ao ambiente, relacionado, no Feng Shui, à prosperidade e à família. As plantas, ervas e temperos naturais podem ficar em vasinhos no centro da mesa, harmonizando o verde das folhas ao marrom da madeira.

Para quem gosta de ares ultramodernos, industriais ou de cozinhas de alto padrão de restaurantes, estão em voga as bancadas feitas com inox sob medida. O aspecto fica ainda mais valorizado com portas e tamponados também em inox, além de eletrodomésticos e utensílios no estilo. Escolha uma cor para aqui e ali quebrar com o ar metálico, para não sobrecarregar sua impressão visual.

Uma dica para quem aprecia o estilo inox e quer incrementar a cozinha, é conferir a linha de produtos da WMF. É uma marca exclusiva da loja e de vendedores premium de algumas cidades alemãs, suíças ou francesas — e da Spïcy, no Brasil. Não oferecemos apenas produtos nesse acabamento, mas, de panelas a infusores de chá, de facas profissionais a eletrodomésticos, o inox definitivamente é o tema destaque da WMF. Confira aqui: http://www.spicy.com.br/wmf

Cuidados ao planejar o espaço

O sistema de iluminação embutido nos móveis também embeleza o ambiente, pois você pode focar a luz apenas onde pretende usar. Luz geral não valoriza os detalhes e as sub-áreas da cozinha. Além do mais, para quem prefere a cozinha tipo americana, a iluminação embutida ainda facilita para que a luz de um espaço não interfira no bem estar do outro. Só não se esqueça de planejar a fiação e o ponto elétrico para os interruptores.

Aliás, atenção ao posicionamento das tomadas, ligação de gás, tamanho dos eletrodomésticos e à dimensão dos móveis. No caso desses dois últimos, é bom que você, ao planejar a cozinha, tenha os eletrodomésticos antes de encomendar os móveis; ou ao menos tenha em mente um modelo do aparelho que pretende comprar muito em breve, para saber suas medidas antes de sentar com o decorador ou arquiteto. Seria muito frustrante sair quebrando algo que você acabou de construir porque a geladeira não coube, ou ainda ver que o microondas ficou dançando no armário.

Quanto às ligações de gás, lembre-se que o forno de embutir deve estar próximo a ela, e que a entrada é pela lateral do aparelho. Já os modelos convencionais de fogão de piso têm a entrada de gás por trás. E se sua cozinha é ou será de bancada, é importante que ela tenha bocas de tomada embutidas no frontão ou na parte superior. É aconselhável que uma das tomadas seja 220V. De resto, é aproveitar a praticidade desta cozinha, onde todos os eletrodomésticos têm vez a qualquer hora.

Cozinhas Pequenas

O essencial numa cozinha pequena é aproveitar os espaços e valorizar o ambiente. Armários embutidos são a solução na maioria dos casos. Fique atento à quantidade de armários, porque, falando de design, a presença de muitas portas e tampas dão impressão de sufocamento e não passam elegância à cozinha. Ou seja, para cozinhas pequenas você também terá que selecionar muito bem quais os utensílios essenciais que irão figurar no espaço, pois não vale a pena encher todos os cantos com armários e compartimentos.

Temos que ficar de olho para que o excesso de móveis “para aproveitar o espaço” não obstrua ou dificulte a passagem. O ideal é ter 120cm de passagem (duas pessoas lado a lado), mas, na falta de opção, deixe pelo menos 60cm. Já o balcão (dica que vale para qualquer cozinha) deve ter próximo a 90cm de altura e 60cm de largura. Uma outra saída, se você tem como ajustar a casa para as mudanças, é tentar integrar a cozinha à sala de estar, fazendo da bancada (que vai servir de mesa) a divisória entre o espaço da cozinha e a sala — criando uma cozinha americana, que vale uma dedicatória especial nesse post.

Cozinha Americana: ser gourmet é também ser social

A cozinha tipo americana é aquela em que possui um balcão ou ilha central e que não separa com parede fechada o ambiente da sala. Nas bancadas ficam as bocas do fogão embutido ou as bocas do cooktop. Começou a figurar nas casas modernas há cerca de uma década porque, culturalmente, o ato de cozinhar tornou-se mais que o preparo da refeição: virou uma ocasião social. E é mesmo. Com o design da cozinha americana o(a) chef não deixa de sociabilizar com os amigos enquanto tempera o queijinho, prepara um aperitivo ou cuida da refeição principal, pois continua ouvindo e vendo os amigos ou familiares que estão na sala de estar curtindo vinho, conversando ou vendo TV. No entanto, ao projetar o design dos ambientes, dê contraste entre eles, para que não se tenha a impressão de que é um cômodo só.

Com o design da cozinha americana o centro das atenções definitivamente vira o fogão. Por causa da localização do fogo, que está no centro do ambiente, e também para evitar que o cheiro da comida agrida o ambiente da sala de estar, é essencial ter um depurador de ar ou coifa capaz de dar conta do recado. Para complementar, ao redor da bancada você deve instalar banquetas que combinem e dêem estilo à mesa (no caso, a bancada, quando a refeição for mais casual). Dependendo de como você organizar os utensílios e a disposição dos eletrodomésticos, os convidados vão ficar com a boa impressão de que a sala de estar possui uma área gourmet integrada.

Ideias, ideias, ideias. Se nossa equipe, que trabalha com cozinha e design todos os dias, já ficou fervilhando com as sugestões da Revista Digital, imagina você, que chegou nesta página justamente para se inspirar. Mas se sua cozinha já está prontinha e você não quer mudar tão cedo, confira na loja Spïcy os produtos que por si só mudam a personalidade do ambiente. Confira.

(*) Fontes:

www.vidaeestilo.terra.com.br

www.cozinhadesign.in78fo

DICAS E TÉCNICAS

Decanters: Sensações a mil ao beber bons vinhos

Decanters: sensações a mil ao beber bons vinhos

Você já deve ter visto um decanter, ou decantador, nas mãos de um sommeliermaïtreou enólogo. Os decanters, há trinta anos, de fato serviam apenas para impressionar; mas como os vinhos mudaram, as necessidades do vinho também mudaram, e por isso o decanter ganhou um novo uso. Ele, que tem forma de uma jarra sofisticada com a boca reduzida, hoje em dia faz parte do ritual de apreciar um bom vinho porque é um acessório que modifica bastante a experiência do consumo.

E, afinal, o que ele faz?

Basicamente duas coisas: a) decantar a bebida, ou seja, separar os resíduos sólidos, chamados também de borra, composta de taninos amargos do vinho; b) ou arejar/oxigenar o vinho para liberar os aromas e sabores; neste caso, o correto é dizer que o vinho “passou pelo decantador”, mas não “decantou” de fato, pois os vinhos que precisam arejar não possuem, em geral, os resíduos sólidos.

O decantador também serve, obviamente, para servir. É parte do charme deste acessório e remete à Antigüidade, quando, nos grandes banquetes, os romanos utilizavam jarras menores para facilitar o transporte do vinho entre a ânfora (local onde eram armazenados dezenas de litros de vinhos) até a taça dos convidados à mesa. Eram feitos de metais ou cerâmica, ou seja, era parte da decoração e da pompa aristocrática.

Decantar ou arejar? O efeito que cada um causa.

É importante ressaltar que há vinhos que pedem decantação e outros que pedem arejamento, e os resultados são muito diferentes! No primeiro caso,decantamos vinhos mais velhos (mais de 5 anos) ou os não-filtrados; ao separar os resíduos sedimentares da bebida, diminuiremos a experiência amarga no paladar (além de ser visualmente mais bonito para quem bebe). A maioria dos vinhos hoje em dia passam por filtragem, mas há alguns que não; de qualquer forma, o processo de maturação também faz surgir os sedimentos.

O segundo caso, arejamento, é essencial para vinhos jovens e potentes. Atualmente, pelo processo industrial, os vinhos são envazados muito cedo, e por isso precisam ser amaciados antes de serem consumidos, já que a garrafa não permite o contato com o oxigênio — arejar é o mesmo que oxidar para liberar o bouquet. O arejamento intensifica os aromas frutados, reduz a tanicidade e evapora o teor alcoólico agressivo. A bebida, graças ao arejamento, fica mais harmônica e “macia”.

Vinhos envelhecidos devem arejar o mínimo possível, pois já estão bastante fragilizados e liberam o bouquet facilmente. Se ficar na dúvida, guarde a regrinha: decantar vinhos velhos, arejar vinhos novos.

Como decantar um vinho envelhecido

Para eliminar os sedimentos corretamente, primeiro você precisa deixar a garrafa ainda fechada na posição vertical ou inclinada. O comum é deixá-la nessa posição por quatro horas; vinhos muito velhos precisarão de mais tempo. O processo fará com que a borra se acumule no fundo da garrafa. Feito isso, é hora de passar o vinho ao decantador.

Derrame o vinho para dentro do decanter com delicadeza. Você já deve ter visto sommeliers, enólogos ou maïtres entornarem a garrafa com a ajuda de uma vela. Esse é um truque para ver através da garrafa onde é que os sedimentos estão, pois o objetivo é não deixar que eles escorram junto com o vinho de dentro da garrafa para o decantador. Muitos especialistas utilizam um filtro especial para garantir que nenhum resíduo passe para o decanter, principalmente no caso de vinhos dos quais você não quer desperdiçar uma só gota. Você pode obter efeito muito similar utilizando um simples filtro de café.

Após transferir todo o conteúdo da garrafa (exceto os sedimentos) para o decanter, consuma imediatamente, ou seja, em no máximo 30 minutos. Os vinhos envelhecidos já tiveram oxidação em seu processo de maturação, portanto após poucas horas eles já estarão com o gosto e aroma comprometidos. Os vinhos que pedem decantação são os tintos maduros, ou os do tipo Porto.

O tempo ideal para arejar um vinho.

O processo de arejamento é bem mais simples: basta escorrer a bebida da garrafa pelas paredes internas de vidro ou cristal do decanter. É permitido até mesmo fazer o vinho dançar, como se fosse na taça, caso queira acelerar o processo. O ideal, no entanto, é deixar o vinho arejando por certo tempo.

Vinhos tintos jovens, porém densos, precisarão de 3 a 4 horas para oxidar idealmente. Os tintos com alto teor alcoólico pedem de 7 a 8 horas para volatilizar. Os tintos jovens e encorpados, como os Bordeaux, requerem 30 minutos decantando na garrafa de pé e de 30 a 60 minutos arejando. Enólogos indicam que tintos delicados não devem arejar (caso dos Pinot Noir Borgonha, por exemplo). Mas isso vai do seu gosto, caso tenha experiência de consumo.

E os brancos?

Os especialistas recomendam que somente os brancos mais velhos, ou os que possuem notas olfativas mais marcantes, precisam de arejamento. Champanhes e espumantes nunca devem ser arejados, pois a oxidação faria perder suas borbulhas, o perlage.

Qual decanter escolher

Em geral, “decantadores para decantar” tintos maduros possuem pescoço fino e seu eixo é inclinado, para diminuir o contato do vinho com o oxigênio do ar. Já os “decanters para arejar” têm o eixo na vertical, como uma jarra; seu bojo é bastante largo e sua boca tem forma de funil.

Em ambos os casos o decanter deve comportar os 750 mL (volume de uma garrafa de vinho) mas sem deixar que a bebida alcance o gargalo. Os decanters de arejar devem comportar, além de todo o conteúdo de uma garrafa, um bom espaço interno para o ar entrar em contato com a bebida.

Como o decanter também é objeto de decoração na mesa, existem muitos formatos disponíveis no mercado — uma questão de design e gosto pessoal. Por exemplo: há muitos modelos com reentrâncias próprias para gelo (sem entrar em contato com o vinho), mantendo assim a temperatura ideal de consumo, que, no caso dos tintos, por exemplo, é de 16° a 18°C. Para vinhos sensíveis à oxidação, existem produtos com tampas designadas justamente para arejar o mínimo possível.

Por falar em modelos, a L’Atelier Du Vin tem um rol de produtos que vai inspirar sua experiência degustativa. Conhecida desde 1926 pelo seu processo artesanal de fabricação de acessórios para a enologia de mesa, a marca francesa surpreende tanto seus olhos, pela beleza dos produtos, quanto seu olfato e paladar na apreciação da bebida.

Confira e comprove a linha da marca: http://www.spicy.com.br/atelier

Cuidados exigidos

Devido a seu formato e material, o decanter é difícil de limpar. Mas nada que um cuidado extra não resolva.

Sempre enxagüe com muita água; nunca utilize sabão ou detergente, pois qualquer resíduo mínimo faria diferença no próximo uso. Caso alguns resíduos teimem em ficar, faça uma mistura de bicarbonato de sódio com água morna para dissolver os sedimentos, e passe gelo picado com sal grosso por dentro para garantir que não vai ficar nenhum cheiro.

Para secar, deixe o gargalo pra baixo. Para guardar, o gargalo fica virado pra cima e, de preferência, com um papel tampando a boca para evitar que poeira entre e se acumule no fundo.

Aproveite nossas dicas e vá provar a diferença que um decanter faz. E, no próximo post, você vai conhecer um dos pólos turístico-enólogos mais famosos do mundo. Saúde!

Fontes:

Revista Adega, edição 55 (Maio 2010)

http://www.falandodevinhos.wordpress.com

http://www.vinhosedelicias.com.br

 

DICAS E TÉCNICAS

As taças e seus vinhos, tim-tim por tim-tim.

Basta ser um simples apreciador, mesmo sem muito costume, para perceber que os tipos de taças em que tomamos vinho modificam as sensações que temos sobre o gosto, o cheiro e a própria experiência da degustação. O que muita gente não sabe é que cada taça foi criada com um desenho que realça a característica de cada tipo de vinho. Quer saber como? Então leia esse post digno de aula de enologia.

Um gênio chamado Riedel

Há menos de um século atrás as taças de vinho seguiam um padrão; elas eram abertas na boca e se afunilavam no fundo, como um cone invertido. Foi então que em 1950 o austríaco Claus Josef Riedel percebeu que o volume da taça, o diâmetro, a espessura e o acabamento influenciavam na maneira como o vinho era encaminhado até nossa língua, em especial no aroma e no fluxo. Os cheiros liberados são chamados de buquê ou bouquet, e “fluxo” é como o vinho chega em nossa boca.

Como isso funciona? Nossa língua tem áreas que percebem melhor o doce, outras o salgado, e o mesmo para o azedo ou o amargo dos alimentos e bebidas; a forma como o vinho chega na língua influencia nossa percepção.

Além disso, para poder liberar seus aromas secundários, terciários etc., alguns tipos de vinho precisam mais de contato com o ar do que outros. É química pura, assim como um laboratório precisa de formatos diferentes de recipientes para cada experimento com suas substâncias.

Entendendo os vinhos para escolher a taça

Vinhos tintos precisam de espaço para respirar, pois é a oxigenação, por meio da agitação, que faz com que seus aromas e sabores intensos sejam mais aproveitados. Portanto, as taças maiores, com corpo grande, são as que mais oferecem espaço para o vinho “dançar”. O ideal é preencher somente ⅓ do volume da taça. Outros tipos podem ter de ⅓ a ½ taça, mas nunca cheia.

Vinhos Bordeaux, que são encorpados e ricos em taninos, precisam de um bojo grande e uma boca mais fechada, de aba fina. O vinho é conduzido de forma que os sabores mais intensos e frutados sejam percebidos na frente da língua, e os taninos, que são mais amargos, sejam percebidos no fundo.

Vinhos Borgonha, complexos e concentrados, devem ser tomados em taças de formato de balão, ou seja, com bojo mais largo. É a taça perfeita para o nariz, pois, com mais bojo, o vinho entra em maior contato com o ar. O buquê será liberado rapidamente para seu olfato. Para o paladar, seu formato direciona a bebida para acima da ponta da língua, diminuindo a sensação de acidez e acentuando as notas maduras.

Vinhos brancos são consumidos gelados e não requerem muita oxigenação para liberar suas preciosidades. A taça é sempre menor, para não dar tempo de esquentar a bebida na sua mão. As abas das taças de vinho branco são estreitadas, pois assim entregam a bebida na ponta da língua para você apreciar a doçura e a acidez de seus tons frutados.

Os rosados possuem os taninos do tinto e o aroma dos brancos, por isso sua taça é peculiar: menor ainda que a do vinho branco, porém com bojo mais largo, destacando a acidez e equilibrando a doçura.

Espumantes, ou champagnes, por terem bolhas de gás (chamados de perlage), precisam de um formato totalmente diferente. Suas taças são chamadas de flûte (flauta), pois são alongadas. Esse design direciona a efervescência para o nariz. É um fluxo mais controlado para ter a sensação de uma acidez mais “limpa” e um sabor mais profundo. No entanto, cuidado: taças muito retas não seguram o aroma; o ideal é a taça curvée, que, além de tudo, joga a bebida para a frente da língua, onde se aprecia melhor o espumante.

Vinhos doces pedem taças menores, de bojo pequeno, já que geralmente são consumidos em pouca quantidade. As taças têm boca estreita, o que favorece, na condução da bebida, a apreciação do doce na língua. Há também as taças menores, para vinhos licorados.

Se você é novato nessa arte de degustar, comece adquirindo taças “ISO”, chamadas coringas. Elas foram criadas em 1970 para fazer comparação e referência, e por isso são usadas em degustações técnicas. Mas conforme você for adquirindo prática (o que não vai demorar), perceba a diferença que um vinho tem em aroma e sabor ao trocar uma taça ISO para outra mais apropriada.

Material da taça: tipos e cuidados

Hoje existem no mercado basicamente quatro tipos de material: cristais, cristais de vidro, vidro e kwarx(os chamados “inquebráveis”). O que você precisa saber é que o cristal é mais poroso que o vidro. Ao fazer o vinho dançar, o atrito entre a taça e a bebida faz com que os aromas sejam liberados em maior quantidade. É por isso que o recomendado para apreciar vinhos é em taças de cristal ou cristal de vidro. E sempre transparentes, pois faz parte do ritual observar a cor e textura da bebida.

Um lembrete sobre os cristais. Existe chumbo na composição do cristal e do cristal de vidro (24% e 10%, respectivamente), pois o chumbo é o que proporciona leveza, boa espessura e sonoridade à taça. Mas você não precisa se preocupar, pois isso não vai contaminar o vinho. É preciso que a bebida fique horas, ou dias em contato com o cristal para que exista algum risco à saúde.

Para preservar o cristal, você deve lavá-los sempre com água morna e o mínimo de detergente possível. Enxagüe bem seque preferencialmente com um pano de linho e, ao fazer isso, evite movimentos circulares opostos (exemplo: você gira a haste para um lado enquanto a mão do pano gira para o outro). Para guardar, opte por um local livre de odores.

A recomendação da Spïcy para seu rol de taças é a marca Spiegelau. De origem alemã, seus produtos são relembrados por causa da durabilidade e qualidade do material. Também graças à beleza do design, sem dúvida são taças que acrescentam valor à sua experiência com vinhos, seja você um enólogo de carteirinha ou um principiante nesse universo especial.

Link da marca: www.spicy.com.br/spiegelau

Últimas dicas

Qual o tipo de taça que não pode faltar na sua casa? A resposta é simples: aquele que combina com o vinho que você mais gosta ou consome. Uma vez que sua variedade aumente, aproveite e teste você mesmo se os aromas, sabores etc. realmente mudam conforme cada tipo de taça e vinho. Brinque, descubra por si.

Para um bom apreciador, o recomendado é tomar uma taça de água para cada taça de vinho; em primeiro lugar, porque ajuda a limpar a boca e preparar o paladar para o sabor da bebida; em segundo, porque ajuda o fígado a assimilar o álcool consumido. E a última recomendação é não dirijir depois de beber. Só com moderação a gente aprende a apreciar um bom vinho.

E prepare-se, pois vem aí um post especial sobre a rota do vinho na França. Aguarde, e um brinde!

Fontes:

Revista Adega (ed. 40, fev/2009)

Adega Corradini http://www.adegacorradini.com.br/

Carlos Cabral http://www.carloscabral.com.br/

DICAS E TÉCNICAS

Cores: o que elas podem mudar em você e na sua casa.

Como as cores de um ambiente podem mudar o “estado de espírito” de uma casa ?

Já ouviu falar de Feng Shui?

Mais que uma linha de decoração oriental, o Feng Shui ensina a analisar o fluxo de energia de um ambiente e torna sua vivência mais saudável possível para quem usufrui do espaço. As cores são um dos grandes temas dessa prática inspiradora. Tão inspiradora que a Spïcy vai deixar a cozinha um pouco de lado e falar como as cores podem afetar a sua casa em geral.

Aproveite nossas dicas e tenha ideias de como dar um “up” na sua sala, quarto ou até banheiro!

Importante: a influência de cada cor nos ambientes pode mudar de acordo com a preferência individual, o estilo de vida e a saúde de cada pessoa. Não tome este artigo como receita de bolo, e sim como fonte de ideias. Antes de sair pintando as paredes, recomendamos que você consulte a opinião de um especialista que conheça suas necessidades. Recado dado? Então, vamos lá.

Cores quentes

Calor é energia, movimento, ação, dinamismo. As cores quentes, como amarelo, laranja e vermelho, têm uma aura que elevam o fluxo intelectual, emocional e físico. São em geral estimulantes e melhoram nosso desempenho quando estamos em atividades que requerem rapidez, entusiasmo e expansão.

Das cores quentes, o amarelo é a mais amigável. É a cor da alegria, do acolhimento. Estimula o sistema nervoso a ponto de favorecer estudos, a comunicação e outras atividades intelectuais. Pode cair muito bem, por exemplo, no quarto de estudos ou na sala de estar, neste caso em especial se você costuma receber visitas para longas conversas.

laranja desperta a coragem, pois é convidativa e muito vibrante. Mas como é uma cor intensa, geralmente é usada ou em tons mais amenos, ou em doses fortes e pequenas. Neste caso, a cor estimula a comunicação, a criatividade e os sentidos (na cozinha, por exemplo, abre o apetite). Experimente numa sala de reuniões para ver o papo rolar solto! Mas evite em espaços de descanso, pois podem ser estimulantes demais para uma boa noite de sono.

Que sentimentos você associa ao vermelho? Agitação, erotismo, paixão? Pois é exatamente isso o que ele causa. É uma cor de excitação; é fogo puro para as conversas e relacionamentos. Sua aura afeta até mesmo a energia que flui na espinha dorsal e a adrenalina, e é por isso que gera confiança, força e, entre casais, favorece a libido — especialmente no quarto. Devido à sua intensidade, costuma ser usada em doses pequenas.

Uma versão mais amena do vermelho é o rosa. Desperta o amor, inspira o romance, estimula o afeto. Combina com qualquer cômodo, mas também depende muito do gosto pessoal. Já o salmão é uma mistura balanceada entre amarelo, laranja e vermelho. Cria senso de abundância, harmonia, além de estimular uma boa conversa.

Cores frias

Elas têm o efeito oposto às cores quentes. Isso não quer dizer que o azul, o verde ou o lilás são desestimulantes. É verdade que suas auras puxam a pessoa para dentro, mas isso significa que são boas pedidas para reflexão, descanso, cura e também para apaziguar a mente. Se cores quentes estimulam “pra fora”, e as frias estimulam internamente.

azul é praticamente o oposto do vermelho. No livro “The Principles of Light and Color”, Dr. Edwin Babbitt explica que um ambiente azul é capaz de diminuir a pressão, os batimentos cardíacos e até a respiração. Por isso é uma ótima cor para ambientes onde você gosta de relaxar, acalmar-se, meditar e ter momentos de privacidade. Em excesso pode causar sonolência e tristeza.

Não à toa o verde está associado à saúde. A cor da natureza, das plantas e da madeira balanceia os hormônios, aumenta a imunidade e cria sensação de estabilidade. Em tons claros é capaz de “acalmar o ambiente”. No banheiro, consegue elevar a energia. Os tons escuros, como o musgo, em excesso devem ser evitados, pois geram sensação de opressão.

lilás, mais abundante, e o violeta, usado com parcimônia, são cores que trazem paz e sossego. Tons azulados estimulam a espiritualidade, enquanto os mais rosados nos tornam propensos a sentimentos românticos. Em geral, ambos purificam energias. Mas assim como o azul, em excesso podem trazer ansiedades relacionadas à tristeza.

Lavanda é a tonalidade que mistura azul e roxo, e por isso é a cor da calma, do silêncio e do espírito. Além de diminuir o stress, ela harmoniza as energias muito elevadas. Já turquesa é mescla dos elementos madeira e água, e portanto une o melhor das qualidades do azul e do verde. Em geral, é uma boa pedida para ambientes que permitam movimento e crescimento.

Cores neutras

Nem frias, nem quentes. As cores neutras (branco, preto, roxo) pedem por acompanhamentos, pois usadas sozinhas são opressoras ou caóticas. Quem nunca disse que um lugar com muito branco mais parece um hospital?

branco, apesar de neutro, em nossa cultura está associado à frieza — isso quando falamos de ambientes e principalmente paredes. É uma cor coringa que combina com tudo, mas que exige outras tonalidades a tiracolo. Uma parede branca pede por móveis ou quadros coloridos, por exemplo. Sua vantagem é tornar o ambiente mais claro e solar. A cor branca tem uma única regra: use-a e quebre-a.

preto, que no Feng Shui é associado à água, é uma cor elegante e que empresta classe ao ambiente. Como a cor nada mais é que a ausência de luz, seu excesso deve ser evitado para evitar depressão e angústia. Sua vantagem: o preto sempre realça a cor que vai junto dele; é como um trampolim que eleva a energia da outra cor, desde que usadas harmonicamente.

Nem lilás, nem violeta: o roxo é a mistura das cores de energia mais opostas (azul e vermelho) e é por isso que cria uma aura de exotismo, erotismo e até mesmo de poder. É uma cor que estimula a intuição e que, usada com bom senso, passa riqueza e sucesso. Já em excesso, é vulgaridade pura! É uma cor que depende muito do gosto pessoal.

Há também a cor prateada, que traz modernidade ao ambiente, enquanto o ouro traz o que todo rei tinha: majestade. Obviamente devem ser usadas em detalhes, pois o excesso passa a sensação de ostentação negativa.

Mas, novamente, isso não é fórmula. Cada pessoa tem uma energia própria e vai ter experiências particulares. Lembre-se que aqui nós mostramos uma teoria geral das cores, e que diferentes combinações com outras cores trazem diferentes sensações. O ideal é harmonizar paredes, móveis, decoração, luz natural e luz artificial. O estudo da cor também deve ser sincronizado com uma iluminação que case bem. Mas isso é assunto para outro post.

 

DICAS E TÉCNICAS

Travessas ou Formas? Qual a melhor opção?

Travessas ou Formas? Qual a melhor opção?

Formas de forno e travessas são itens que merecem atenção na sua cozinha, em especial se você é do tipo de pessoa que gosta de caprichar.

Na regra geral, as formas são usadas para preparar o alimento, enquanto as travessas são, em geral, para servir. Mas há formas tão versáteis que, além de ir ao forno, vão ao fogão e à mesa. Isso depende de cada material, que por sua vez tem um uso específico e exige cuidado especial.

São muito comuns, por exemplo, as formas de metal. Na Idade do Cobre o homem descobriu que metais são bons condutores de calor, ou seja, distribuem a temperatura por toda a superfície e aceleram o processo de preparo do alimento. É uma tradição de 10 mil anos, e até hoje é comum assar no forno com formas de metal, pois se economizam gás, eletricidade e tempo.

As de alumínio são  populares por causa do preço e durabilidade. A desvantagem do alumínio é que pode soltar resíduo quando raspado: sempre é bom utilizar colher de pau, silicone ou nylon.  Uma vez na mesa, esfria rápido e não é bonito, e todo mundo sabe que o visual conta bastante na hora da refeição. Por isso é comum nas cozinhas preparar a comida em forma de alumínio e servir em travessas de cerâmica ou vidro.

O vidro começou a ser utilizado domesticamente na cozinha em 1913,  até então tinha uso apenas industrial. Uma forma de vidro (vidro borossilicatado) não conduz tão bem o calor, portanto leva mais tempo para preparar o alimento. Entretanto, é fácil de limpar (desde que não queime o arroz!), não solta resíduo, é versátil (vai ao microondas) e é muito bonito para ir à mesa, já que as formas de vidro podem servir de travessa.

A forma ou travessa de cerâmica nada mais é que um barro vitrificado, ou seja, feito para dar beleza à mesa (estilo e charme ao servir), versatilidade à cozinha (vai ao microondas) e sabor aos alimentos (aquece lentamente).

Uma travessa de cerâmica pode ir diretamente do forno à mesa. Como o material não é bom condutor de calor, o preparo do alimento vai demandar mais tempo. Isso não é um problema, apenas depende de sua disponibilidade na cozinha. Em compensação, sua vantagem, além da beleza da peça, é ser refratária, ou seja, mantém a temperatura aquecida por mais tempo. A peça exige cuidado, pois é sensível ao choque físico.

* Uma dica: procure modelos que sejam livres de chumbo e alumínio em sua composição, para garantir que não soltará resíduo.

Esses são os tipos mais comuns. Há também modelos de travessa de porcelana, ainda mais elegantes, e a formas de inox antiaderente, muito comuns para fazer bolos, tortas, muffins, cupcakes e diversos doces.

* Uma sugestão da Spicy para sua cozinha é optar pelas marcas Kaiser, da Alemanha, e Maxwell & Williams, da Austrália. A australiana é marca forte em mais de 40 países na Europa, Ásia e Américas, e é conhecida por unir facilidade, durabilidade e estética em seus produtos para cozinha. Suas travessas, por exemplo, vão ao forno, ao fogão e à mesa.

Link da marca : www.spicy.com.br/maxwell

Já a tradicional marca alemã, que existe desde 1919, é uma especialista em formas para forno e acessórios de confeitaria. Em sua linha semi-profissional a marca une tanto tecnologia quanto inovação — ótima pedida tanto para aventureiros da cozinha e quanto para as autoridades gastronômicas de sua família. O que ganha destaque em sua linha são as formas de silicone.

Link da marca : www.spicy.com.br/kaiser

As formas de silicones se popularizaram bastante e estão conquistando cada vez mais adeptos. São flexíveis, antiaderentes, vêm em diversas cores e formatos (servem até de decoração, dependendo do estilo da cozinha), distribuem bem o calor, além de serem fáceis de lavar e desenformar. Apenas requerem cuidados básicos, como: nunca limpe com a parte abrasiva da esponja; prefira sabão neutro na lavagem; e nunca, nunca deixe o bolo na fôrma, pois se algum guloso decidir filar uma fatia com a faca poderá danificar a superfície e comprometer as próximas fornadas.

Depois de tanta informação, deu até deu vontade de preparar alguma coisa. Convide os amigos, capriche na receita e surpreenda seus convidados!

DICAS E TÉCNICAS

Panela de ferro, alumínio ou inox, qual você prefere?

Quando estamos montando nossa cozinha e precisamos comprar o conjunto de panelas, ou mesmo trocá-lo, sempre vem a dúvida de qual tipo devemos adquirir. Hoje vamos falar sobre três tipos de panela: de ferro, alumínio e antiaderente, e entender um pouco mais sobre a diferença entre cada uma delas.

As panelas de ferro têm ótima durabilidade e, segundo alguns especialistas, seu uso regular pode diminuir o risco de anemia e deficiência de ferro. É ideal para cozinhar feijão, lentilha e carnes grelhadas, já que ela consegue absorver o calor constante e manter a temperatura sempre alta. Chega a deixar os alimentos ainda mais saborosos.

Uma marca que aposta em panelas de ferro é a Chasseur. Os itens são produzidos desde 1924 em Donchery, região francesa de Champagne Ardenne, muito conhecida em todo o mundo pela excelência na comida e pelos bons vinhos. Olha só que charme: www.spicy.com.br/chasseur

Quanto às panelas de alumínio, por serem mais leves, de fácil manuseio e por esquentarem os alimentos mais rápido, é uma ótima opção na cozinha de muita gente. São excelentes para fazer arroz, frituras, leite e pratos secos, como farofas. Uma excelente opção de panelas de alumínio são da marca americana Cuisinart, que também são revestidas com antiaderente de ótima performance. Possui 35 anos de experiência na fabricação de produtos com a alta tecnologia e o conceito “de Chef para Chef”.  Confira aqui a marca: www.spicy.com.br/cuisinart

Já as panelas antiaderentes costumam ser as queridinhas de quem não gosta de usar muito óleo no preparo das refeições. O melhor dessa panela é que os alimentos não grudam e ficam prontos de modo mais “sequinho”. Indicamos para o preparo de bifes e frangos, sem óleo.

Uma excelente marca com produtos antiaderentes é a Scanpan. Uma das líderes mundiais na fabricação de produtos antiaderentes,  no mercado há mais de 50 anos. Os produtos são todos produzidos na Dinamarca. Chique, né?  Vem ver os produtos: www.spicy.com.br/scanpan

Finalmente, as panelas em Inox. O aço inoxidável é composto por ferro, cromo e níquel. Seu material demora a esfriar, o que é ótimo para deixar a comida quentinha. Ainda permitem um cozimento uniforme e são super fáceis de limpar e, com esse tipo de material, é possível fazer qualquer tipo de alimento.

A melhor marca com esse material é a alemã WMF.  Confira aqui: www.spicy.com.br/WMF

DICAS E TÉCNICAS

Silicone na Cozinha

Todo mundo ama ver sua cozinha arrumada, com as cores combinando e com todos os utensílios em ordem, já que além de ficar muito mais bonito, fica mais fácil para o manuseio. Mesmo que você só cozinhe de vez em quando, sabe que é necessário ter produtos de qualidade.

A qualidade dos produtos está no tipo de inox que foram feitos o seu conjunto de panela e seus talheres e até mesmo nos utensílios de silicone ou de nylon. É preciso ter muito cuidado com os de nylon, pois podem apresentar perigo principalmente se forem derretidos (acidente muito ocorrente por deixarem espátulas, colheres, etc em contato direto com o fogo e a panela quente).

Quanto aos utensílios de silicone vocês podem encontrar combinados com diversos materiais, como alumínio, inox e madeira.  É necessário verificar o fabricante e se o material é de boa qualidade para ter certeza que está adquirindo um ótimo produto. Vale lembrar que muita gente tem trocado outros tipos de utensílios pelos de silicone. E a gente te explica o por quê!

Primeiramente é um produto mais fácil de limpar que outros e, por isso, evita proliferação de bactérias. Segundo, é ótimo para usar em panelas antiaderentes, pois não danifica o antiaderente das panelas, não ficam com cheiros indesejáveis e geralmente não mancham. E terceiro, além de possuir alta resistência ao calor, são muito mais bonitos, possuem cores chamativas e diversificadas para deixar sua cozinha ainda mais linda!

Para nós, os melhores produtos de silicone são os da OXO. Marca americana presente no mercado há mais de 20 anos e com mais de 850 produtos diferentes em sua linha. Qualidade incomparável, e com os melhores designs!

Se interessou?

Vem ver aqui essa linha incrível: www.spicy.com.br/oxo